
De acordo com o delegado da Polícia Civil, Dr. Vinicius Volf Vaz, a Operação foi deflagrada após a recuperação de sete cabeças de gado recuperadas furtadas de uma propriedade rural na região das Palmeiras, em Lagamar. ” As investigações identificaram que o principal suspeito, vizinho das vítimas, aproveitava do conhecimento da rotina da fazenda para planejar e executar os furtos”, disse o delegado.
Ainda de acordo com o delegado Vinicius Volf Vaz com início das investigações foi possível desarticular o grupo criminoso responsável por furtos de gado na região, sendo que no dia 9 de dezembro de 2025, foram presos dois integrantes de 27 e 3 anos em Lagamar e Patos de Minas e apreendidas uma arma de fogo e uma caminhonete utilizada nos crimes. Um terceiro integrante ,de 26 anos, foi preso em Presidente Olegário no dia 6 de janeiro de 2026.
Um habeas corpus pedindo a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares de dois investigados de 27 e 31 anos, presos em 9 de dezembro de 2025, foi apresentado com justificativa que as prisões, a qual se trata de medida excepcional e desproporcional; não podendo prosseguir, pois inexistem qualquer indicio de risco à ordem pública, sendo que a manutenção configura antecipação de pena, em afronta direta ao principio constitucional da presunção de inocência.
A relatora do processo no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Maria Isabel Fleck em sua decisão afirmou que não ficou comprovada nenhuma ilegalidade evidente, nem qualquer situação que justificasse a concessão da liminar para revogar a ordem de prisão cautelar. “Dessa forma, não vislumbrando, no presente caso, nenhuma situação excepcional a indicar a antecipação da liberdade dos pacientes, INDEFIRO a liminar pleiteada”, escreveu a relatora na decisão.
O terceiro integrante preso em 6 de janeiro de 2026, no bairro Planalto em Presidente Olegário não apresentou até a publicação da reportagem habeas corpus com pedido de revogação a prisão preventiva.
“Até a publicação desta reportagem, a defesa não foi contatada com sucesso. Se a defesa for contatada, a resposta será publicada neste espaço.”
Operação Cerca Dividida
O nome da “Operação Cerca Dividida”, é devido as investigações identificaram que o principal suspeito, vizinho das vítimas, utilizava-se do conhecimento da rotina da fazenda para planejar e executar os furtos. O grupo contava ainda com a participação de outros indivíduos e utilizava veículo para transportar os animais subtraídos.
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