
O problema, que começou na sexta-feira (15), prejudica a refrigeração dos litros de leite e o armazenamento de alimentos, vacinas do gado, entre outros.
Sem refrigeração, o leite recolhido não aproveita e azeda tendo que ser descartado e o mesmo acontece com carnes, se a falta de energia continuar por mais tempo tem jogar no lixo.
A reportagem entrou em contato com a Companhia de Energia de Minas Gerais (Cemig ), mas a empresa não enviou um posicionamento até a publicação desta reportagem.














