
– O preço médio do diesel comum subiu 28,86%, de R$ 5,89 para R$ 7,59 por litro.
– Já o diesel S-10 avançou 27,77%, de R$ 5,94 para R$ 7,59 por litro.
Nas primeiras horas desta quinta-feira (12), o preço do diesel registrou um novo aumento e agora pode ser encontrado a R$ 7,59 nos postos de combustíveis de Presidente Olegário. No acumulado nos últimos seis dias, o diesel já teve alta de R$ 1,70 por litro.
Apesar dos aumentos consecutivos, a Petrobras informou que não anunciou reajuste nos preços das refinarias em decorrência do conflito no Oriente Médio e garantiu que as entregas de combustíveis seguem normais, sem risco de desabastecimento.
A oscilação se dá, principalmente, pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, rota responsável por cerca de 20% do petróleo consumido globalmente. O preço do petróleo Brent, a referência internacional, disparou novamente acima de US$ 100 (cerca de R$ 515,90) após ataques atingirem navios petroleiros próximo ao Estreito de Ormuz.
Nesta quarta (11) e quinta-feira (12) foram relatados diversos ataques iranianos contra navios comerciais ao redor do Estreito de Ormuz e do porto de Basra, no Iraque. O momento é de intensificação da pressão sobre a região do Golfo, rica em petróleo.
De acordo com os proprietários de postos de combustíveis de Presidente Olegário o reajuste desta quinta-feira (12), de R$ 0,60 por litro ocorre após as distribuidoras restringir a compra dos produtos e elevar o preço, mesmo sem a Petrobras reajustar o preço.
Ainda de acordo com os proprietários de postos, na cidade de Presidente Olegário já tem escassez de diesel nas bombas.
Com aumento de R$ 0,60, o litro do diesel comum é vendido entre R$ 6,79 e R$ 7,59. Já o diesel S10 nos postos de Presidente Olegário é negociado entre R$ 6,89 e R$ 7,59.
A gasolina e o etanol não tiveram aumento, o litro da gasolina comum tem o preço médio de R$ 6,09 e a aditivada o valor é de R$ 6,29 o litro. Já o litro do etanol o preço médio é de R$ 4,79 o litro.
Fiscalização
O aumento do preço nos postos no país já entrou no alvo da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon). A pasta pediu ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que investigue os recentes altas, mesmo sem alterações nos valores praticados pela Petrobras, principal fornecedora nacional.



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