
O prefeito de Presidente Olegário, Palito (PMDB) acompanhado de assessores participou essa semana do o 33º Congresso Mineiro de MunicÃpios organizado pela Associação Mineira de MunicÃpios (AMM). O evento teve inÃcio na terça-feira (3) e terminou nesta quinta-feira (5), no Expominas, em Belo Horizonte.
O congresso teve como tema “As consequências da crise econômica na aplicação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e reflexos nas Eleições 2016”. Prefeitos, gestores das administrações municipais, vereadores, além de representantes do Ministério Público, dos tribunais de contas, da segurança pública, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, e de associações de municÃpios estiveram presentes.
Os presentes debateram ainda as dificuldades de cumprimento da LRF e mudanças no Pacto Federativo, que define a divisão do orçamento público para municÃpios, estados e a União.
“Pela primeira vez na história de Presidente Olegário tem um prefeito fazendo parte da diretoria da AMM. “É interessante essa participação. Sempre conhecemos coisas novas que contribuem para o engrandecimento de nossa gestão”, disse Palito.

O presidente do PMDB Jovem de Presidente Olegário, Murilo Galvão, também acompanhou o prefeito Palito no congresso. “Esse é um evento que agrega muito não só a prefeitos e vereadores mas a toda liderança polÃtica e a qualquer cidadão que se preocupe com o futuro de seu municÃpio”, destacou Murilo Galvão.
Os debates evidenciaram que principal preocupação dos gestores municipais é que a LRF afete diretamente o processo eleitoral. Sem o crescimento da receita, devido a queda de arrecadação muitos prefeitos não têm condições de concluir obras importantes, aguardadas pelos munÃcipes. Além disso, a lei determina que não se pode deixar débitos na administração de um mandato para o outro, o que também deve ser desrespeitado por grande parte dos gestores mineiros.
O vice-governador Antônio Andrade (PMDB) destacou que as responsabilidades dos municÃpios são muitas, mas os recursos da União ainda são insuficientes. “Os prefeitos têm as obrigações, mas não o dinheiro para executá-las. O Governo de Minas entende as dificuldades, mas nossas despesas crescem vegetativamente e tivemos queda na arrecadação”, justificou o governante.














