
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), por meio da Delegacia de Polícia Civil de Presidente Olegário, cumpriu, na manhã desta quarta-feira (7), cinco mandados de busca e apreensão nos municípios de Lagoa Grande e João Pinheiro, no Noroeste de Minas. Um dos alvos foi uma propriedade rural.
A operação contou com o apoio de policiais civis de João Pinheiro e equipes da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) em Lagoa Grande.
As diligências fazem parte de um inquérito policial instaurado para apurar os crimes de furto de gado e associação criminosa, após o furto de cinco bovinos de uma propriedade rural localizada em Presidente Olegário. O crime ocorreu durante a noite de 11 de abril de 2026.
Segundo a Polícia Civil, as investigações reuniram elementos que apontam para a atuação de um grupo organizado, com divisão de tarefas relacionadas ao transporte, guarda e comercialização dos animais furtados. Também foram identificadas tratativas que indicam uma possível articulação para a prática de novos furtos rurais na região.
Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam uma camionete Ford F-1000, apontada nos autos como o veículo utilizado no transporte dos bovinos furtados.
Conforme informou o delegado Dr. Vinicius Volf Vaz, os alvos da operação são suspeitos de envolvimento em outros furtos de gado registrados na região. Entre as ocorrências que passaram a ser verificadas no curso das investigações está o furto de 16 bovinos, avaliados em aproximadamente R$ 70 mil, ocorrido em uma fazenda na região da Cabaceira, próximo ao povoado de Bela Vista, em Presidente Olegário.
A Polícia Civil havia representado pela prisão preventiva de cinco investigados — quatro homens, de 26, 37, 39 e 44 anos, e uma mulher, de 28 anos. Os pedidos, contudo, foram indeferidos pela Justiça, que autorizou o cumprimento das medidas de busca e apreensão.
Os cinco investigados foram indiciados pelos crimes de furto de gado e associação criminosa. Segundo a PCMG, as penas máximas previstas para os delitos, somadas, podem chegar a 13 anos de reclusão.
As investigações continuam com o objetivo de verificar a eventual participação dos investigados em outros furtos de gado registrados na região, além de identificar possíveis receptadores e demais pessoas que possam ter participado dos crimes.













