
Para a servidora pública Maria Aparecida, 32 anos correntista do banco, um dos principais problemas está nas mudanças que tentam deixar a agência mais tecnológica. “O  banco escolheu a impressão digital como fator biométrico e vem ampliando o seu uso no relacionamento com o cliente. Só que os caixas eletrônicos com a biometria é a única opção para movimentar as contas e não funciona”, reclama a servidora.
Na agência os caixas eletrônicos somente um ainda não foi trocado para o sistema de biometria, mas este não realiza saque. Os clientes só conseguem emitir talão de cheques, realizar pagamentos e fazer transferências.

Um sargento da PolÃcia Militar que foi agência para realizar um saque, mais não conseguiu. “O cartão ao ser inserido no caixa aparece uma  mensagem para procurar a agência”, reclamou o militar.
Vários clientes foram até o atendimento interno para tentar solucionar o problema, ou seja, fazer o cadastramento das digitais e foram informados que o sistema não está funcionando e que o cadastramento é feito somente nos caixas eletrônicos. O serviço não tem uma previsão para voltar a funcionar.
Outro lado
De acordo com a gerência do Banco do Brasil de Presidente Olegário, a identificação biométrica é normativa de âmbito nacional, isto é, todos terminais do Brasil, em diferentes agências e bancos precisam instalar e utilizar o dispositivo que reconhece a digital. A tendência é aumentar o número de aderência do identificador.
Ainda, segundo a gerência, é importante que as pessoas compreendam que se trata de medida que visa à segurança dos usuários e busquem se adaptar. “Lamentamos o transtorno causado aos clientes nossa equipe técnica já está trabalhando para solucionar os problemas, explicou a gerente.















