
Durante a operação, foram cumpridos oito mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão. Além das prisões determinadas pela Justiça, uma pessoa foi presa em flagrante pelo crime de tráfico de drogas.
Os policiais também apreenderam um veículo, aproximadamente 6,5 quilos de entorpecentes, entre pasta base de cocaína, crack, maconha e pedras de crack, além de R$ 3.668 em dinheiro e dois aparelhos celulares.
Investigação
As investigações foram conduzidas por meio de trabalhos de inteligência, monitoramentos, análises telemáticas, exames de movimentações financeiras e levantamentos de campo. Segundo a Polícia Civil, foi possível identificar a estrutura hierárquica da organização criminosa e individualizar a participação de cada integrante.
Conforme apurado, o grupo atuava de forma estruturada e permanente, abastecendo traficantes em diversos municípios da região e mantendo uma rede de colaboradores para garantir o funcionamento do comércio ilícito.
Ainda de acordo com a investigação, o líder da organização coordenava as ações à distância, enquanto os demais investigados exerciam funções específicas, como armazenamento, transporte e distribuição de drogas, arrecadação de valores, movimentação financeira, comercialização de armas de fogo e abastecimento de pontos de venda de entorpecentes.
Operação Colmeia
O nome da operação faz referência ao modelo de funcionamento da organização criminosa, cuja estrutura, segundo a Polícia Civil, se assemelha à de uma colmeia, com divisão de funções entre seus integrantes.
A Operação Colmeia foi coordenada pela Agência de Inteligência (AIP) e pelo Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD) do 10º Departamento de Polícia Civil. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração das atividades do grupo criminoso.
Fotos: divulgação Assessoria de Comunicação da Polícia Civil de Minas Gerais.



















