Prefeitura de Presidente Olegário confirma surto de síndrome ‘mão-pé-boca’ em creches e escola

A Prefeitura de Presidente Olegário, através da Secretaria Municipal de Saúde confirmou 21 casos da síndrome “mão-pé-boca” em creches da rede municipal de ensino.

A doença é contagiosa, e por isso, as crianças que foram infectadas precisaram ser afastadas das aulas do Centro Municipal de Educação Andre Araújo “Creche Andorinhas” – 3 casos -, Casa da Criança “Creche do Planalto” – 5 casos -, e Escola Municipal Valdir Pereira Araújo (Pro-infância, Saltador) – 13 casos- , seguindo uma orientação médica com apresentação de atestado.

O médico, Dr. Gilberto Palma, disse ao Pohoje que a síndrome é uma doença causada pelo vírus Coxsackie, altamente infecciosa e contagiosa em crianças. De acordo com o médico a doença afeta principalmente crianças abaixo de 5 anos de idade, e raramente ocorre em adultos.

Os principais sintomas são febre de intensidade variável, mas pode ocorrer sem febre, aftas, e surge em pés e mãos, pequenas bolhas branco-acinzentadas com base vermelha, dor de garganta, dificuldade para engolir, aftas, vômito, muita salivação, mal-estar, diarreia, falta de apetite, dor de cabeça.

Ainda segundo Dr. Gilberto Palma a doença regride entre 5 e 7 dias, e geralmente não é preciso exames complementares. “A febre pode ser controlada com o antitérmico prescrito pelo médico, a e virose é autolimitada, ou seja, melhora espontaneamente, com a própria defesa do organismo”, explicou Dr. Gilberto Palma.

Segundo a prefeitura, não há registros da síndrome em outras unidades da cidade e área rural; e todas as orientações de prevenção já foram passadas nas escolas para os pais.

A Secretaria Municipal de Saúde realizou palestras onde teve o registro da doença orientando os funcionários. Desde então, a rotina mudou e o álcool gel foi fornecido no local onde apareceu a doença.

As crianças são orientadas a usar o álcool gel para eliminar os riscos de contágio. Lavar as mãos também é uma regra que está ainda mais rigorosa. Outra medida foi a disponibilização de luvas para os funcionários usarem para dar o banho nas crianças.

Além disso, para evitar um novo surto foi distribuído um folheto aos pais com as principais informações sobre a doença, como quais são os sintomas e como prevenir.

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